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TJ-SP contrata Arcon para projeto de segurança em ambiente virtual

Solução da Trend Micro ajuda o órgão a elevar os níveis de proteção contra violações de dados em seu data center híbrido

05 de Outubro de 2016 - 10h30

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) é responsável hoje por 26% dos processos em tramitação no Brasil e, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é a maior corte do mundo, com cerca de 21 milhões de ações em andamento.

Tamanho volume de informações exige uma infraestrutura bastante robusta: são nove mil servidores virtuais, mil servidores físicos e mais três mil desktops virtuais que suportam os serviços de 2,5 mil magistrados e de 45 mil funcionários distribuídos em 678 localidades interligadas em rede.

Com o intuito de aumentar os níveis de proteção contra violações de dados em seu data center híbrido, o TJ-SP iniciou um projeto com a Arcon em busca de tecnologias aderentes a este desafio.

A tecnologia utilizada é a “Deep Security”, que fornece segurança avançada para servidores físicos, virtuais e em nuvem, protegendo as aplicações e os dados contra violações e interrupções dos trabalhos sem necessidade de patches emergenciais.

“A virtualização e a computação em nuvem transformaram o data center e a segurança tem que acompanhar essa mudança”, explica Cesar Cândido, gerente de vendas da Trend Micro, destacando que a iniciativa é considerada uma das maiores do mundo para a fabricante de ferramentas de segurança pela quantidade de servidores envolvidos.

Tamanho projeto vem acompanhado por grandes expectativas. Jorge Eloy, gerente de negócios da Arcon, pontua que a solução permitirá ao Tribunal identificar e tratar novas ameaças. “É o que chamamos de Zero Day, que são falhas de segurança ainda sem patchs dos fabricantes, ou seja, um vetor de ataque contra o qual não existe correção conhecida”.

O projeto atende o que determina a Estratégia Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário (Resolução 211/2015), que tem como objetivo promover a acessibilidade, usabilidade, celeridade, inovação, responsabilidade social e ambiental e transparência no âmbito do Poder Judiciário.