Tecnologia > Analytics, Tendências

Tendências que afetarão o futuro de analytics nos próximos cinco anos

Profissionais híbridos, IoT, computação cognitiva, consumerização e segurança. Veja como será o cenário até 2020

01 de Fevereiro de 2016 - 16h40

O mundo da tecnologia avança de maneira rápida. Algumas tendências ganharam peso no passado recente e passam a influenciar a rotina das organizações. Falando especificamente em analytics, cinco tendências devem afetar de forma profunda o conceito ao longo dos próximos anos.

Athina Kanioura, diretora executiva na Accenture Digital, faz uma projeção do que esperar nesse contexto até 2020. Ela observa um movimento de adoção de ferramentas de nicho, uma busca por soluções de vendors menores e tecnologias open source. 

1. Desafio da mão de obra híbrida. A luta por talentos será (ainda mais) ferrenha. Além da falta de profissionais com perfil adequado, haverá uma inclinação cada vez maior para encontrar pessoas com conhecimento que lhes permita transitar tanto por temas de tecnologia quanto de negócios.

2. Internet das Coisas. A coleta de dados por meio de diversos dispositivos espalhados pela rede, e seu consequente processamento em tempo real, impactará a abordagem e o poder de analytics. A evolução nesse sentido mudará a forma como empresas operam e com pessoas interagem com a tecnologia.

3. Máquinas inteligentes. A computação cognitiva, na visão da executiva da Accenture, adicionará novos paradigmas em termos de análise de informações. Os recursos humanos continuarão importantes, mas os robôs ganharão peso no auxílio a decisões.

4. Análise pervasiva. As ferramentas analíticas permearão praticamente todos os departamentos. A consumerização afetou a forma como tecnologia é usada em ambiente corporativo. A tendência aponta que as soluções de análise cada vez mais amigáveis aos usuários de negócio.

5. Novas regras de segurança. O mundo global intensificou o fluxo de dados por diversas fronteiras. Essas trocas de informações afetará a política de segurança e compliance das organizações, que buscarão novas formas de protegerem e garantirem o sigilo dos registros que transitarem entre distintos continentes.