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Setor de saúde quer usar a TI para melhorar a eficiência operacional

Pesquisa da Dell revela que o segundo fator que leva as organizações do setor a investirem em tecnologia é melhorar a segurança

14 de Março de 2016 - 16h09

A Dell publicou resultados da segunda edição de um estudo anual voltado a mapear o uso de tecnologia entre empresas do segmento de saúde. Uma das constatações do levantamento, realizado em 2015, é a de que a maioria dos entrevistados (55%) ao redor do mundo espera que a TI ajude a melhorar a eficiência dos negócios.

Segundo a pesquisa, o segundo fator que leva as organizações de saúde a investirem em tecnologia, citada por 53% dos participantes, é melhorar a segurança, seguida por aumentar a produtividade dos funcionários (50%), melhorar os processos operacionais (46%) e reduzir custos (44%).

Na visão da provedora, os resultados revelam que o setor têm demandas diferentes em relação à tecnologia. Enquanto que no mercado em geral, a pesquisa identificou que a maioria dos executivos espera que a TI ajude a cortar custos, no segmento de saúde essa questão aparece em quinto lugar.

A pesquisa identificou também que 47% das empresas da vertical adotam projetos de uso de dispositivos móveis para atender à demanda dos funcionários, mas "sem ter uma clareza em relação aos objetivos desse tipo de projeto", estampa o relatório, apontando que só 37% dessas organizações afirmam ter uma abordagem estratégica da mobilidade.

Nuvem e segurança

O estudo de 2015 revela que, em relação ao ano anterior, houve um aumento dos investimentos das empresas de saúde na área cloud computing. O uso de aplicações na nuvem entre as companhias do setor saltou de 25%, em 2014, para 41% no último ano. Já quando considerado o tipo de ambiente usado pelas organizações, 30% optam pelo uso de nuvens públicas e 46% adotam a cloud privada.

Outra constatação do levantamento é a de que as empresas de saúde têm, cada vez mais, enxergado os investimentos em segurança da informação como estratégicos. Como reflexo, caiu o número – 55% em 2014 para 47% em 2015 – de organizações que consideram que a segurança é prioritariamente para proteger contra ataques virtuais. Por outro lado, 21% acreditam que trata-se de uma vantagem competitiva e 20% acreditam que é uma maneira de atender aos requisitos de compliance.