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Segurança on-line deveria fazer parte do currículo escolar, dizem professores

Google ouve educadores brasileiros como parte das ações do Dia da Internet Segura

06 de Fevereiro de 2018 - 15h04

Pesquisa com professores brasileiros mostra que 98% deles acreditam que segurança on-line deveria fazer parte do currículo escolar. O dado faz parte de estudo do Google, que ouviu 208 educadores no Brasil.

Para eles, os estudantes deveriam começar a aprender sobre segurança on-line aos 8 anos de idade.

A pesquisa faz parte de uma ação do Google com olhar voltado para o Dia da Internet Segura, nesta terça-feira (6/2). A empresa busca entender o comportamento on-line dos jovens e o que os afeta diariamente pelo ponto de vista de quem tem a missão de transmitir valores.

Recursos disponíveis sobre segurança on-line

Mais da metade (57%) dos educadores participaram de um curso sobre segurança on-line, enquanto 90% deles afirma que participar de um curso deste tipo seria útil. Ainda, 83% dos professores afirmam que não têm recursos necessários para ensinar sobre seguraça digital.

Preocuações

O estudo elencou as seis principais preocupações dos educadores sobre segurança on-line. São elas:

1. Como evitar golpes/phishing
2. Cyberbullying
3. Como avaliar a confiabilidade das fontes de informação
4. Conhecer estranhos na internet
5. Conteúdo inapropriado
6. Compartilhamento de informações on-line

Campanha

No último ano, em parceria com a Safernet, o Google Brasil e o YouTube Space contaram com a ajuda do criador Luba para trazer um alerta sobre segurança aos jovens no Dia da Internet Segura. Dessa vez quem abraça a campanha são os criadores Lucas Rangel, Kim RosaCuca e Ellora Haonne. Os vídeos gravados no YouTube Space Rio abordam temas como clickbait, respeito, combate ao bullying, proteção aos dados pessoais e pensar antes de postar.