Carreira > Empregos

Recrutamento preditivo apoia empresas na busca das melhores pessoas

Ciência de dados é utilizada pela VAGAS.com para aprimorar processos de recrutamento e seleção de profissionais para seus clientes

21 de Agosto de 2017 - 22h33

Para a empresa de recrutamento e seleção de profissionais, VAGAS.com, a ciência de dados é o caminho para proporcionar contratações cada vez melhores. A companhia adota a tecnologia de análise de dados como base para o recrutamento preditivo, uma nova forma de ajudar as empresas a escolherem bem suas pessoas.

“Fomos pioneiros na criação de soluções tecnológicas que transformaram a atividade de recrutamento e seleção, no tempo dos cadernos de emprego e currículos em papel, e conquistamos a liderança desse mercado no Brasil. Agora estamos engajados em uma nova revolução, em que o uso de análise preditiva sobre a massa de dados acumulada nesses 18 anos irá propiciar contratações melhores e mais rápidas. Estamos apostando no recrutamento preditivo como um novo jeito de aumentar as chances dos recrutadores ficarem frente a frente com profissionais que tenham o perfil ideal para a empresa e suas posições”, explica Mario Kaphan, sócio-fundador da VAGAS.com.

A companhia tem uma equipe dedicada montada para tratar o assunto e utiliza a base de conhecimento acumulada em 18 anos de atividades para construir a nova estratégia. Os benefícios, segundo Kaphan, já começam a aparecer. Olhar para o passado, identificar padrões e prever acontecimentos futuros, é isso que a ciência de dados permite e que, agora, está sendo aplicado em recrutamento e seleção.

Segundo Kaphan, o recrutamento preditivo deve mudar drasticamente a forma de atrair e selecionar um candidato. “Por meio do recrutamento preditivo podemos comunicar automaticamente pessoas que tenham perfil compatível com a vaga e potencial para a posição. Também podemos encontrar pessoas que sejam similares aos colaboradores de melhor desempenho de uma companhia. Outra possibilidade é mostrar a relevância de uma pessoa baseada em experiência em processos seletivos anteriores. E, não menos importante, qualificar currículos automaticamente, usando como base informações de pessoas que já ocupam cargos similares”, explica o executivo.