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Outsourcing de impressão deve crescer 15% em sete anos, indica estudo

Previsão da Transparency Market Research é que o mercado de serviços de terceirização de impressão atinja a marca dos US$ 95 bilhões em 2024

24 de Maio de 2017 - 19h34

O outsourcing de impressão tem se popularizado nos últimos tempos e continua em ascensão no Brasil. A previsão é que o mercado de serviços de terceirização de impressão atinja a marca dos US$ 95 bilhões em 2024, o que, se confirmado, representará um aumento de 14,8%, de acordo com relatório publicado pela Transparency Market Research.

O crescimento de demanda por serviços de gerenciamento de impressão é atribuído pelo instituto de pesquisas aos benefícios que o outsourcing traz para as empresas. Além de repassar todo o trabalho que envolve produção de documentos nas mãos de uma companhia especializada, também é normal haver redução no custo. Isso porque, como os valores são calculados por folha, é comum que ocorra uma diminuição no número de tiragens desnecessárias.

Segundo a Transparency, terceirizar o serviço garante maior eficiência, uma vez que os equipamentos e suprimentos utilizados são de extrema qualidade, como Canon, Brother, Kyocera, entre outras.

Além dos custos diretos, existem também os indiretos que, normalmente, não são inclusos no cálculo. “Ao adquirir uma impressora, o que se leva em consideração é seu valor e o do material necessário para impressão. Porém, existem despesas invisíveis como assistência técnica, reposição e descarte”, afirma Rodrigo Reis, sócio e gerente comercial na Reis Office, empresa líder de mercado no outsourcing de impressão.

Os produtos têm a validade de três anos, em média. Após esse período, o equipamento já está defasado e obsoleto junto ao mercado. “Contratar uma empresa de gestão de impressão não se resume à facilitação. As grandes companhias do setor oferecem consultoria e assistência técnica inclusos no contrato, além de possuir certificados de sustentabilidade, o que garante um trabalho ecologicamente correto do começo ao fim”, completa Rodrigo.