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Oracle vai contratar mil funcionários para divisão de nuvem na Europa

Empresa está à procura de trabalhadores com entre dois a seis anos de experiência em equipe de vendas, gestão, finanças, recrutamento, marketing e recursos humanos

18 de Julho de 2017 - 23h48

A Oracle está contratando mil funcionários na Europa, Oriente Médio e África (conhecida como EMEA) devido à expansão de seus serviços de computação em nuvem na região. A empresa está à procura de trabalhadores com entre dois a seis anos de experiência em equipe de vendas, gestão, finanças, recrutamento, marketing e recursos humanos, segundo comunicado feito nesta terça-feira, 18. A fabricante de software não especificou para quais escritórios os profissionais serão designados.

O anúncio ocorre cerca de um mês após a empresa divulgar um crescimento de 58% na receita anual de sua divisão de nuvem, que permite aos clientes corporativos gerenciar dados através de uma rede de servidores. A receita da Oracle com software de computação em nuvem e hardware em 2016 foi de US$ 4,6 bilhões, ante US$ 2,9 bilhões no ano anterior.

"Nosso negócio de nuvem está crescendo a taxas incríveis, por isso agora é o momento certo para trazer uma nova geração de talentos", disse Tino Scholman, vice-presidente de cloud computing da Oracle para a região da EMEA, em declaração à Bloomberg.

Os produtos relacionados à nuvem representam atualmente mais de 12% das vendas totais da Oracle. A empresa emprega aproximadamente 51 mil funcionários nos EUA e 85 mil internacionalmente.

A região que engloba a Europa, Oriente Médio e África respondeu por 28% da receita global da Oracle no ano passado, mas as vendas na região declinaram 2%, para US$ 10,6 bilhões.

Os gastos das empresas com serviços de nuvem pública devem crescer 27% anualmente e alcançar US$ 82 bilhões em 2020, de acordo com o IDC. Os produtos da Oracle Cloud Infrastructure estão ganhando mercado e devem se tornar um pilar importante para o crescimento da receita da empresa nos próximos anos, em meio a crescente concorrência da Amazon Web Services, Google, Microsoft e IBM.