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Cuidados fundamentais para proteger wearables contra ciberataques

O uso de wearables tem aumentado a medida que os preços dos dispositivos se tornam mais acessíveis.

29 de Fevereiro de 2016 - 09h53

Segundo previsão do Gartner, as vendas de pulseiras, relógios inteligentes e outras tecnologias que entram nessa categoria devem atingir US$ 28,7 bilhões em vendas mundiais este ano.

No entanto, vale ressaltar que a medida que wearables se popularizam, eles também tendem a se tornar alvo para hackers e uma porta de entrada para atacar outros aparelhos.

“Quando o wearable se comunica com outros dispositivos, como smartphones e notebooks, a troca de informações pode ser interceptada ou gerar a contaminação por um vírus, que se dissemina para outros equipamentos”, explica Pedro Paixão, gerente geral e vice-presidente de vendas internacionais da Fortinet.

Na lista a seguir, a empresa de segurança elaborou dicas para você proteger seus dados:

1. Enquanto estiver usando o wearable durante o exercício, desative o Bluetooth para reduzir a possibilidade de um ataque;

2. Para evitar a proliferação, em caso de vírus, evite conectar o seu wearable ao notebook do trabalho ou a outro computador que tenha informações críticas;

3. Tenha cuidado ao compartilhar informações em sites de redes sociais ou em sites específicos de esportes. Ative todos os elementos necessários para salvaguardar sua privacidade em informações que você compartilha;

4. Sempre que possível, faça o upload das informações do seu wearable diretamente para a máquina;

5. Ao fazer o upload, exclua as informações do wearable. Caso você perca o dispositivo, não haverá informações atualizadas no aparelho sobre a sua rotina de exercícios que possam ser usadas para localizá-lo;

6. Investigue bem antes de adotar um wearable ou aplicações relacionadas. Busque marcas ou empresas reconhecidas, com grande número de usuários. Você terá uma maior garantia de resposta por parte da fabricante, caso haja algum problema.