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Linx supera crise do varejo e receita cresce 13,6% no primeiro trimestre

A empresa, focada em software de gestão para o varejo, fechou o 1T2017 com receita operacional líquida de R$ 134,1 milhões

16 de Maio de 2017 - 11h13

A Linx, empresa brasileira especializada em software de gestão para o varejo, encerrou o primeiro trimestre de 2017 com receita operacional líquida de R$134,1 milhões no trimestre, um crescimento de 13,6% em comparação ao 1T16. O lucro líquido no trimestre foi de R$26,7 milhões no 1T17, um aumento de 77,5% em comparação aos R$15 milhões do 1T16.

A receita operacional bruta da Linx foi de R$153,3 milhões, 12,7% maior que no mesmo trimestre de 2016.  A receita operacional bruta é a soma da receita recorrente e de serviços. No 1T17, a receita recorrente representou 84% da receita total bruta, alcançando R$129,4 milhões, um crescimento de 11,6% sobre o 1T16.

Os números da Linx são muito superiores aos resultados obtidos pelo varejo brasileiro no mesmo período, cuja receita total do 1T2017 ficou 4% menor que a do primeiro trimestre de 2016, ainda que tenha indicado sinais de melhoria crescendo 3,3% sobre o último trimestre de 2016.

“A maior parte do nosso crescimento segue sustentada pelo cross-sell e o lançamento de novas soluções. Conforme a economia e o varejo se recuperem, o cross-sell pode acelerar ainda mais, bem como o saldo de abertura de lojas poderá novamente se tornar fonte importante de crescimento para a Linx, somado às parcerias comerciais concretizadas recentemente”, destaca Dennis Herszkowicz, vice-presidente Financeiro e de RI da Linx.

“Outro destaque foi a taxa de renovação de clientes, que atingiu 98,6% no trimestre, maior que os 98,4% do 1T16. Temos tradicionalmente altas taxas de renovação de clientes, que refletem a base ampla, diversificada e fiel da Companhia. Em um cenário de crise, é mais um fato a se comemorar”, conclui Herszkowicz.

A Linx oferece soluções de conectividade, TEF, e-commerce e CRM para o setor varejista, atingindo uma base de 36.580 clientes, de pequenas empresas a grandes cadeias varejistas, incluindo sete das dez maiores companhias de varejo de capital aberto do Brasil, conforme o ranking de 2012 divulgado pelo Ibevar. A empresa abriu seu capital em 2013 no Novo Mercado da BM&FBovespa.