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A Indústria de Manufatura quer uma TI mais proativa

A reestruturação de arquitetura sistêmica para alinhar a TI aos objetivos estratégicos da Embraer foi o maior desafio do CIO, Alexandre Baulé

30 de Outubro de 2015 - 01h19

“Queremos que a TI seja cada vez mais proativa e integrada ao negócio. Menos corporativa. A ideia de ter um organismo central que controla tudo não funciona mais, pois significa algo apartado do resto da empresa. A tecnologia tem que ser totalmente imersa na organização”, defende Alexandre Baulé, CIO da Embraer.

O executivo conduz a companhia por um processo intenso de reestruturação de sua arquitetura sistêmica. O processo começou há cerca de cinco anos e vem para “enxugar” um sistema de gestão altamente customizado, que engessava os avanços da companhia. “Mexer no ERP era como realizar uma cirurgia delicada”, compara.

Implantar esse grande plano estratégico tem dado a tônica dos trabalhos de TI. “Queremos ter o melhor domínio de aplicação para cada um de nossos negócios”, afirma o CIO. Baulé cita que uma das metas da Embraer é que 50% dos projetos de tecnologia nasçam dentro de seu departamento. Para tanto, o time trabalha junto às áreas usuárias a fim de identificar e compreender problemas, prospectar soluções e implantálas na companhia. “Tudo nasce no negócio”, sintetiza o executivo.

FINALISTAS DA CATEGORIA

Carlos Eduardo de C. Lanfredi
Eaton
Diretor de TI

Projeto de maior destaque para os negócios no momento: Incorporação do modelo de sistema de negócio da empresa, que trouxe maior governança e eficiência a partir de práticas como: Lean Six Sigma, Scrum, Value Stream Mapping, Prototipação, Problem Management/Solving, Modelo Canvas para Plano de Projeto, Kanban, ADKAR, Integrated Project Team Approach.

Visão de inovação corporativa: As práticas adotadas vêm ao encontro da necessidade da organização de TI em buscar mais eficiência para si e para o negócio como forma de enfrentar o ambiente externo mais desafiador.

Jonh Cabral
Liasa
CIO

Projeto de maior destaque para os negócios no momento: Ajustar estratégias dentro dos desafios macroeconômicos, sem perder a qualidade. A reinvenção das abordagens, nesse contexto, é vista como desafio para os próximos anos.

Visão de inovação corporativa: Adoção de ferramentas para melhorar informações estratégicas de negócio e busca de maturidade de processos para execução das rotinas de negócio.