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IBM libera para teste ferramenta beta do Watson para cibersegurança

Em fase de teste, a plataforma estará disponível para 40 companhias dos setores de finanças, saúde, seguros e educação

08 de Dezembro de 2016 - 12h46

A equipe da Unidade de Segurança da IBM anunciou nesta quinta-feira, 8, a plataforma beta do Watson para Cybersecutity. Ao todo, 40 organizações testarão as habilidades do sistema contra o cibercrime. Dentre as companhias, estão a Sun Life Financial, Universidade Médica de Rochester, corporação Scana, grupo financeiro Sumitomo Mitsui, Universidade Politécnica da Califórnia, Universidade de New Brunswick, Avnet e Smarttech.

Ao disponibilizar o sistema beta a esses clientes, a IBM espera continuar aprimorando o conhecimento do Watson sobre segurança cibernética e sua integração nas operações de segurança do dia a dia das corporações. Um estudo recente da companhia mostra que quase 60% dos profissionais de segurança acreditam que as tecnologias cognitivas serão fundamentais na luta contra o cibercrime.

Esses clientes estão aproveitando o Watson em seus ambientes de segurança para obterem ainda mais inteligência de dados contra os ataques de cibercriminosos. Dentre as diversas funcionalidades que o uso da plataforma cognitiva da IBM traz aos negócios, estão determinar se um ataque de segurança atual está ou não associado a uma campanha conhecida de malware ou cibercrime, e a melhor identificação de comportamentos suspeitos.

De acordo com o líder da Unidade de Segurança da IBM Brasil, Guilherme Araújo, é necessário cada vez mais atenção e diversas indústrias já perceberam a necessidade de se aplicar mais inteligência em ambientes de segurança para lidar com ataques e ameaças cibernéticos. “O Watson para CyberSecurity utiliza tecnologias da terceira era da computação (a computação cognitiva), como capacidade de aprendizagem, entendimento da linguagem natural e geração de hipóteses, para ajudar os analistas de segurança a tomar melhores e mais rápidas decisões a partir da análise de grandes quantidades de dados não estruturados”, esclarece. 

A IBM trabalha para incluir capacidades analíticas e cognitivas mais avançadas em outras áreas do seu portfólio de segurança como, por exemplo, aplicar tecnologias que analisam padrões de comportamento e alertam o centro de operações da empresa caso algo saia do padrão. Esta funcionalidade foi recentemente agregada ao Qradar (UBA - User Behavior Analytics), sem custo adicional aos clientes, que analisa comportamento das aplicações conforme a utilização dos usuários. Isso, integrado a toda inteligência cognitiva, torna-se uma arma poderosa contra os cibercriminosos.