Gestão

5 estratégias para utilizar a nuvem (que você ainda não experimentou)

Sua nuvem deve ser invisível, vertical, estratégica, compatível e ter um preço único

10 de Fevereiro de 2015 - 08h40

A nuvem tem sido tópico de diversas discussões há um bom
tempo, principalmente sobre o seu uso em torno de aplicações de ponta - gestão
de despesas, de capital humano ou de relacionamento com o cliente. No entanto,
como a sua cobertura se estende aos processos críticos de negócios e atividades
essenciais, desenvolveram-se cinco estratégias para o seu uso pelas empresas.

1. Sua nuvem deve ser invisível

Não deve haver nenhuma diferença quando os usuários finais
utilizarem aplicativos via nuvem ou via servidor próprio. Isso começa com a
interface do usuário, que precisa ser intuitiva e consistente em todos os
desktops, tablets e dispositivos móveis. Grande parte do sucesso das curtidas
do Facebook se dá porque a experiência social não é interrompida pela nuvem por
trás dele e porque a interface é bastante consistente. Essa invisibilidade
também se aplica à performance - aplicativos via nuvem devem ser apenas uma
alternativa rápida (se possível mais rápida) do que as alternativas on-premise.

2. Sua nuvem deve ser vertical

As empresas não precisam sacrificar a funcionalidade quando
se trata de nuvem. Aplicativos via nuvem devem ser tão ricos em funcionalidades
quanto a versão on-premise. Processos de negócios completos exigem um
aplicativo completo - os usuários não vão aceitar uma versão mais leve de um
aplicativo on-premise se isso muda sua funcionalidade. Enquanto a migração para
uma alternativa nuvem pode proporcionar a oportunidade ideal para reduzir a
complexidade do aplicativo, ela nunca deve ser feita às custas da sua
capacidade.

3. Sua nuvem deve ser estratégica

A nuvem fornece uma plataforma para transformar o seu
negócio, e não apenas para executar seus aplicativos. Como um ativo
estratégico, a nuvem pode ajudar a reduzir o custo total de propriedade e a
melhorar a flexibilidade em todos os tipos de empresas, mas também pode ser um
divisor de águas para o lançamento de novas iniciativas. Seja para integrar uma
nova aquisição ou para estabelecer uma joint venture na China, otimize a nuvem
para seu crescimento.

4. Sua nuvem deve ser compatível, não apenas segura

É claro que a segurança não é um item negociável - não
apenas no centro de dados, mas também na rede e no aplicativo. Mas entenda que
a segurança é apenas o primeiro passo.  A
compatibilidade com o setor e com o governo é ainda mais importante, à medida
que você avalia os provedores de nuvem. Você tem certeza de que está cumprindo
todas as regulamentações externas e de que seu provedor é capaz de acompanhar
os requisitos que mudam rapidamente?

5. Sua nuvem deve ter um preço único

A principal vantagem da nuvem era - e continua sendo - o
fato de que as empresas podem estruturar investimentos em tecnologia como
despesas operacionais, em vez de despesas de capital. No entanto, há históricos
de despesas operacionais flutuando à medida que mais módulos e usuários são agregados.
Este não é necessariamente o caso. Você pode ter preços fixos para garantir que
o investimento em nuvem não gire fora de controle, especialmente durante o
início da fase crítica de migração. As empresas podem e devem ter visibilidade
total dos custos associados à sua nuvem. A nuvem não deve ser um buraco negro
financeiro simplesmente porque está em curso.

*Lisandro Sciutto é diretor de produtos para Infor Latam.