Gestão

As cinco melhores práticas de virtualização do banco de dados, segundo a TI

A SolarWinds entrevistou 498 profissionais de TI, dos quais 76% já lidam com bancos de dados virtuais, e tirou deles cinco segredos para simplificar a gestão

08 de Agosto de 2014 - 17h42

A virtualização do banco de dados é uma prática que está em evidência por conta da perspectiva de benefícios de economia, eficiência e agilidade. Segundo uma pesquisa recente feita pela empresa americana SolarWinds, fornecedora de software para gerenciamento de TI, com 498 profissionais de Tecnologia da Informação,  a maioria dos respondentes (76%) virtualizou seus bancos de dados e/ou está usando uma abordagem híbrida de bancos de dados virtuais e físicos para oferecer suporte ao seu ambiente.

Os profissionais apontam que além da complexidade natural dos bancos de dados, que precisam ser mantidos nos níveis mais elevados de confiabilidade, capacidade de expansão e velocidade para atender aos negócios, após a entrada da virtualização é necessário levar em consideração um conjunto adicional de complexidades.

A partir do relato, os pesquisadores compilaram as cinco melhores práticas que devem estar na mira de todo DBA (administrador de banco de dados), não apenas para garantir o andamento eficiente de um projeto de virtualização do banco de dados, mas também para manter o desempenho máximo após a virtualização:

1.       Não tenha medo de virtualizar um grande banco de dados com uma alta carga transacional. A tecnologia moderna de virtualização é confiável e robusta, e pode proporcionar um desempenho muito próximo ao da execução de bancos de dados em servidores sem sistema operacional.

2.        Crie uma boa relação de trabalho com o administrador de virtualização. Se não puder fazer mudanças nos recursos das máquinas virtuais (VM), o DBA perderá o maior benefício da virtualização – agilidade. Diferentemente de mudanças feitas em um servidor físico, que é um processo manual, com apenas alguns cliques é possível incluir recursos adicionais de CPU, RAM e armazenamento a um servidor de banco de dados virtualizado.

3.       Utilize métricas compartilhadas para melhorar a colaboração entre grupos de TI. Evite confusão e acusações, criando um entendimento unificado entre a equipe do banco de dados, desenvolvedores e administradores de sistema e de virtualização. Essas equipes podem trabalhar em colaboração para manter considerações como contenção de recursos do servidor e pontos de estrangulamento de E/S sob controle.

4.       Relacione as métricas de recursos do host físico e da VM com o desempenho de consultas SQL. As métricas de VMs podem ser enganadoras porque o sistema operacional não relata métricas de recursos com precisão quando executado em uma VM. Quando se contextualiza métricas com base no desempenho de consultas, o impacto de problemas causados por vizinhos barulhentos, eventos da VM e provisão de recursos pode ser rapidamente identificado.

5.       Monitore o tempo de resposta das consultas SQL antes e depois da virtualização. É essencial ter as ferramentas certas em uso para obter visibilidade do tempo de resposta. Esses dados mostram se o desempenho do banco de dados foi mantido ou melhorou, e, quando houver problemas de desempenho, o histórico de análise possibilitará sua rápida identificação e resolução.