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Escola de programação Ironhack chega ao Brasil

Startup de origem espanhola inicia operações em São Paulo. Inscrições para cursos estão abertas

29 de Junho de 2018 - 10h14

A escola de origem espanhola Ironhack desembarca em São Paulo, capital, para ensinar programação tendo em vista um crescente mercado de tecnologia no Brasil. Fundada em Madri, na Espanha, a escola já conta com sedes em Barcelona, Paris, Miami, Amsterdã, Cidade do México e Berlim, e afirma ter formado mais de 1,5 mil estudantes em programas com duração entre 9 e 24 semanas.

Com um modelo de ensino intensivo e imersivo, a empresa oferece cursos de treinamento para programadores e web designers (UX/UI) alinhados às necessidades do mercado, uma metodologia que tem garantido, segundo a própria Ironhack, 85% de empregabilidade de seus alunos, em no máximo três meses.

A startup de ensino foi criada em 2013 por Ariel Quiñones e Gonzalo Manrique. Depois de ampliar a sua atuação para EUA e França, a Ironhack recebeu aporte de 3 milhões de dólares do fundo JME Venture Capital para viabilizar sua expansão para a América Latina e Europa, incluindo a abertura do bootcamp na capital paulista, o primeiro sul-americano.

"Estamos seguros de que nosso conceito de educação personalizada, ágil e sintonizada com as últimas mudanças tecnológicas trará para São Paulo novas oportunidades para quem busca uma recolocação ou, ainda, ingressar para o mercado de trabalho de TI", diz Mario Posadas, gerente de expansão da Ironhack no Brasil. 

Posadas explica que, diferente dos modelos educativos tradicionais, a escola permite que os alunos aprendam com seus próprios objetivos, seja para se aperfeiçoar tecnicamente, impulsionar a carreira ou mudar de área profissional. "Esta metodologia do bootcamp é bastante adequada para quem busca uma rápida mudança profissional", reforça Posadas.

A escola de programação ainda promete ajudar na recolocação profissional de seus alunos. Após a conclusão do curso, a Ironhack promove uma Feira de Contratação ao longo de quatro dias, momento em que as próprias empresas vão até o campus para conhecer e entrevistar os alunos. Entre as companhias, estão Google, Rocket Internet, Boston Consulting Group, Twitter e VISA. 

De acordo com uma pesquisa da consultoria Robert Half, o salário de um desenvolvedor júnior gira em torno de R$ 5 mil em solo brasileiro, mas pode chegar à casa dos R$ 20 mil para profissionais mais experientes.

Bolsas para mulheres

Por ser um mercado tradicionalmente dominado por homens, a escola de programação oferece bolsas de 10% para mulheres que desejam se matricular nos seus cursos. 

A Ironhack inicia seu primeiro programa no País no dia 15 de outubro, com duração prevista de nove semanas. As aulas acontecem na sede do WeWork, em Pinheiros, São Paulo. As inscrições já estão abertas no site da escola.

O programa, com aulas em português, tem carga de 40 horas semanais e todos os conhecimentos técnicos ensinados são testados em projetos.

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