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Engemon cria nova empresa como estratégia para ampliar mercado

Com a criação da Engemon IT, objetivo da companhia é estar entre as maiores integradoras de tecnologia do Brasil

26 de Abril de 2017 - 20h45

Com o duplo propósito de atender à crescente demanda por soluções de TI do mercado e oferecer soluções integradas aos seus clientes, a Engemon anuncia a criação uma nova empresa do grupo: a Engemon IT, que atuará como integradora de tecnologia.

A nova empresa terá Fabio Câmara como chief business officer (CBO), executivo especializado nesse mercado e com passagem por empresas como Microsoft, IBM e HP. O executivo prevê uma demanda de 63% do total das obras em andamento por serviços de TI já para 2017.

“Já iniciamos com uma demanda que não estava sendo aproveitada nos nossos clientes. Isso sem contar as oportunidades externas, que têm sido significativas”, afirma Câmara. Segundo ele, esse cenário viabilizou a criação da empresa já com boa perspectiva de negócios, mesmo considerando que 2017 ainda é um ano de crise.

Levantamento recente do Gartner mostra que os gastos com TI no Brasil devem chegar a R$ 236,1 bilhões neste ano, o que significa um aumento de 2,9% quando comparado a 2016. Para Câmara, soma-se a esse cenário promissor o fato da Engemon já ter know-how no mercado tecnológico, já que a empresa também é especializada na construção e sustentação de data centers, cabeamento e sistemas especiais (automação, acesso, CFTV e combate a incêndio), o que garante maior segurança, respostas rápidas e flexibilidade no desenvolvimento das ofertas da Engemon IT.

“Com a Engemon IT, queremos nos tornar reconhecidos como uma das maiores empresas integradoras de hardware, software e serviços de tecnologia do Brasil”, afirma Câmara. Ele adianta que a empresa já fechou parcerias com diversos fornecedores e, por enquanto, vai concentrar o foco na comercialização de ativos de tecnologia — servidores, network, storages, switches, roteadores, entre outros — e serviços visando a experiência dos usuários, como service desk, field service, gestão de ativos e IMAC”.

Para os próximos quatro anos, o objetivo é expandir o negócio com a oferta de soluções para o chamado line of business (LOB). “Nosso objetivo é atuar principalmente nos mercados como service provider, financeiro, telecom, varejo, aviação e saúde”, finaliza Câmara.