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Cultura data driven: como isso afeta sua equipe?

Corporações tomarão decisões precisas por meio da análise de informações, gerando insights preciosos

06 de Fevereiro de 2018 - 19h27

Proveniente da transformação digital, o big data é uma das tecnologias emergentes com capacidade de gerar valor para as companhias, sendo um tipo de solução que tende a se valorizar. Segundo estimativa do Gartner, até 2021 as organizações passarão a ser valorizadas de acordo com seu portfólio de informações, sendo esse um dos maiores ativos que os negócios terão.

Nesse sentido, a tendência é que o modelo data driven seja cada vez mais utilizado. Com ele, as corporações irão tomar decisões precisas por meio da análise de informações, gerando insights preciosos, que dependem de uma margem de assertividade grande para aumentar as margens.

Para isso, é preciso que as organizações entendam a necessidade da criação de cultura organizacional voltada para dados, colocando-os no centro de todo o planejamento estratégico e das tomadas de decisões. Essas informações são cada vez mais versáteis, podendo ser coletadas de diferentes fontes e com variados propósitos, como gerar mais vendas, engajamento, leads e melhores resultados.

Para os times de todos os setores, essa cultura é capaz de gerar vantagens, resultando em um diferencial competitivo estratégico. Uma pesquisa realizada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) mostrou que as organizações que guiam suas ações com base em dados possuem um aumento de produtividade entre 5 e 6%.

Porém, para que essa cultura represente uma mudança positiva, é preciso que os colaboradores estejam alinhados e preparados. Para garantir que isso ocorra, é necessário treiná-los para atuar de acordo com a nova cultura corporativa. É primordial deixar claro quais são os dados que norteiam as decisões da companhia, gerando senso de urgência e prioridade.

Para conseguir destaque, em qualquer área, é preciso estar atento às tendências e técnicas modernas. Com a tecnologia não há diferença: é preciso estudo, pesquisa e vontade de experimentar. Essas características, junto com a adaptabilidade, farão com que empresas e profissionais gerem oportunidades a partir de seus diferenciais.

*Leonardo Dias é CDO da Semantix