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Confeitaria melhora experiência dos clientes com implantação de etiquetas eletrônicas

Com a instalação dos dispositivos, a Confeitaria Jauense, do Paraná, melhorou as informações nutricionais dos alimentos e proporcionou uma experiência satisfatória aos consumidores

31 de Outubro de 2017 - 16h17

Está em tramitação na Câmara Municipal de Curitiba um projeto de lei que visa promover políticas públicas para “respeitar e proteger o direto à alimentação adequada”. Batizado de Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, o projeto foi enviado pelo Executivo e, de acordo com a matéria, o município deverá garantir a qualidade sanitária e nutricional dos alimentos consumidos pela população da cidade. O texto passará pelas comissões temáticas, plenário da Casa e se for aprovado, será enviado para sanção do prefeito. A iniciativa será útil para que o conceito de segurança alimentar seja empregado definitivamente na sociedade, no setor produtivo e, como consequência, no varejo. 

Com o propósito de sair à frente e se adequar às exigências do projeto, a Confeitaria Jauense, famosa na capital paranaense pela coxinha com catupiry, além dos doces, bolos e tortas, recorreu à tecnologia. Para otimizar o processo de precificação e o cadastro diário das informações nutricionais dos produtos, a confeitaria adotou as etiquetas eletrônicas da Seal Sistemas, em substituição às etiquetas de papel.

Até a implantação das novas etiquetas, o trabalho era manual e o controle das informações era o grande desafio. Com a instalação dos dispositivos, que são capazes de descrever o valor calórico, quantidade de açúcar, se contem glúten, carboidratos e gordura, as informações nutricionais dos alimentos estão à vista do cliente, proporcionando uma experiência satisfatória para os consumidores.

De acordo com Eduardo Hermes, diretor executivo da Confeitaria Jauense, o consumidor é o principal beneficiado com essa mudança. “Agora, o cliente não tem mais dúvida sobre a veracidade das informações descritas sobre determinado produto”, afirma o executivo. Se a sensação de não cair mais na armadilha dos rótulos é uma vantagem para o cliente, outro ganho é o fim das longas filas. “A facilidade de encontrar as informações nutricionais, elimina a necessidade de realizar a consulta com funcionários, seja no balcão ou no próprio caixa”, disse.

Segundo o executivo, a tecnologia da Seal trouxe uma melhor gestão operacional para a confeitaria e o crescimento no número de clientes. “Em pouco menos de um mês de funcionamento do projeto, percebemos um aumento no fluxo de pessoas na loja, além de uma performance melhor nas vendas”.

Mais vendas e maior produtividade.

O processo de precificação e cadastro das informações nas etiquetas de papel envolvia três profissionais, que eram responsáveis pela atualização dos preços, data de fabricação, prazo de validade, origem e composição dos alimentos. Hoje, é feito por apenas uma pessoa.  Hermes ressalta que essa excelência operacional só foi possível atingir porque a tecnologia da Seal “é acessível e ajuda as pequenas e médias empresas a solucionar seus problemas do dia a dia”.

Os pequenos varejistas sabem que a relação com o novo consumidor mudou bastante, e, por esse motivo, esses empresários precisam de soluções pensadas dentro do mundo digital, destaca Wagner Bernardes, CEO da Seal Sistemas. “Quem não olhar para a inovação como uma aliada, enfrentará dificuldades de sobreviver no mercado”, disse.