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Carreira

Geração Y (finalmente) se rende à TI corporativa

Óbvio que startups são sexy, mas alguns jovens trabalhadores começam a valorizar a estabilidade e estrutura proporcionados por um departamento de TI

24 de Outubro de 2014 - 14h02

Óbvio que startups são sexy, mas alguns jovens trabalhadores começam a valorizar a estabilidade e estrutura proporcionados por um departamento de TI

Como membro da geração Y que está entrando no mercado de trabalho, Amy Jackson possui uma invejável variedade de experiências em seu currículo. Com formação múltipla na universidade de Michigan (EUA), trabalhou como estagiária do departamento de operações de uma grande seguradora, onde ajudava a identificar qual tecnologia era capaz de melhorar processos diários de negócio. Atuou, também, em uma grande montadora com responsabilidades similares, enquanto estagiava em uma pequena empresa web de marketing digital.

Sua exposição à TI em grandes e pequenas empresas lhe deu direções quanto aos rumos que queria tocar depois de formar-se em marketing, com especialização em varejo e tecnologia da informação. Embora interessada em movimentos rápidos e doses elevadas de camaradagem proporcionadas em uma pequena empresa, decidiu-se por uma carreira dentro de departamento de TI de uma organização tradicional. Seu raciocínio? Era a rota que proporcionaria uma exposição mais ampla a ferramentas tecnológicas e suas aplicações no negócio.

“Baseado em minha experiência como estagiária em uma grande corporação, procurei seguir um rumo que achei mais correto para minha carreira”, avalia Amy, que aos 27 anos de idade pegou uma posição de especialista em serviços de TI na Dow Química. Hoje, atua como analista de negócios na mesma organização. “Sentia que precisava capturar a maior quantidade de experiências em um curto espaço de tempo, e ali vi muito espaço para amadurecer”, diz.