Negócios > Segurança de Dados

Blockbit mira setores de governo e enterprise e espera crescer 30% neste ano

Empresa especializada em segurança da informação vai intensificar seu programa de canais de vendas e em novos produtos para atingir essa meta

24 de Fevereiro de 2017 - 08h49

A Blockbit, fornecedora de produtos de cibersegurança, vai focar sua estratégia neste ano na expansão do negócio com foco nos setores de enterprise e governo. Fundada a menos de um ano, a partir da compra da BRconnection, a empresa espera com essa estratégia um incremento de 30% em sua operação. Para atingir essa meta, a Blockbit pretende intensificar os investimentos no programa de canais de vendas, que já soma mais de 100 parceiros de negócios distribuídos por todas as regiões do país e lançar novos produtos.

“Apesar das dificuldades enfrentadas em 2106, foi um ano de consolidação da empresa no mercado de cibersegurança e agora estamos prontos para ampliar a expansão da nossa operação. Nosso plano é aumentar a presença do canal, não apenas de um fornecedor de software e hardware para o cliente final, mas como um integrador que realmente agrega valor à oferta, entrega a solução adequada para a necessidade de cada cliente, fidelizando-o”, diz Cleber Ribas, vice-presidente da Blockbit.

De acordo com o vice-presidente da Blockbit, estão previstos novos investimentos em capacitação dos canais com a ampliação dos treinamentos online, avaliações de performance e certificação. “O ensino a distância irá reduzir custos e agilizar as operações, principalmente de parceiros que atuam em regiões afastadas das grandes capitais”, complete Ribas.

Para os canais que atendem o setor público, a companhia montou uma equipe de atendimento específica para esses os negócios, como explica Ribas, “podemos ajudar nossos parceiros nos projetos para governo apoiando desde a analise até a participação em processos licitatórios. Estamos entusiasmados com as recentes liberações de verba para aquisição de tecnologia e este deve ser um setor promissor este ano”.

Outro alvo no radar da empresa de cibersegurança são as operadoras de Telecom que estão adicionando às suas ofertas ao cliente final o componente de segurança. “Vamos buscar parcerias estratégicas e investir em ofertas e soluções sob medida. As operadoras irão funcionar como um canal, integrando nossas ferramentas aos projetos em 2017”.