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Análise de atividade na nuvem é novidade da Forcepoint para cibersegurança

Companhia agregou novos recursos e um serviço de Detecção de Malware Avançado a seu portfólio de segurança em nuvem

04 de Agosto de 2017 - 03h43

A Forcepoint fortaleceu seu portfólio de segurança na nuvem com novos controles direcionados para comportamento que simplificam a proteção de funcionários, dados críticos e propriedade intelectual (IP). Os recursos foram adicionados no Forcepoint CASB, no Forcepoint Web Security e no Forcepoint Email Security e estão disponíveis globalmente.

Esse tipo de recurso que analisa o comportamento dos usuários deverá, segundo pesquisa do Gartner, responder por 25% das descobertas de violações de segurança corporativa até 2018 e favorecer a agilidade do trabalho dos profissionais de segurança. Um passo importante, já que, segundo o Gartner, o tempo médio para detectar uma violação é de 99 dias, com um custo médio de US$ 4 milhões por evento.

"Abordar a segurança por meio de lentes centradas no ser humano ajuda as organizações a entenderem melhor os indicadores de cibercomportamento. Conforme as empresas e as agências governamentais substituem seus aplicativos por SaaS e modelos de TI em nuvem, elas requerem sistemas inteligentes que rapidamente identificam anomalias, avaliam riscos e facilitam resolução rápida para proteger usuários e seus dados", disse Kris Lamb, vice-presidente e gerente geral da área de Segurança em Nuvem na Forcepoint.

A Forcepoint passa a agregar análise do comportamento dos usuários e as características do aplicativo, como dados, dispositivo e localização que estão sendo acessados. Um novo Painel de Risco de Usuário de visualização única reporta tanto o comportamento do usuário, e exclusivamente ao Forcepoint CASB, quanto o possível impacto comercial com base nas permissões de conta do usuário em uma organização.

As equipes de segurança podem acessar insights acionáveis de forma mais rápida com um entendimento completo de risco imediato. Quando o CASB for usado com a Detecção de Malware Avançada da Forcepoint, desenvolvida pela Lastline, as organizações poderão ter certeza de que seus dados estão totalmente protegidos contra usuários de risco e malware que se comporta simulando um usuário.

As ameaças realistas voltadas para empresas e agências governamentais hoje podem ser impedidas por meio da análise de comportamento. Por exemplo, na área de saúde, os médicos baixando arquivos de pacientes do sistema de registros de saúde eletrônicos (EHR) para o armazenamento em nuvem pessoal para uso em um novo consultório aumentarão seu ranking de risco de usuário e permitirão resposta rápida da equipe de segurança para revogar acesso e interromper a tentativa de exportação de dados.