Inevitavelmente, será também o ano das empresas que melhor souberem utilizar tais tecnologias a favor de seus negócios

19 de Janeiro de 2018 - 15h36

Em termos de tecnologia, 2018 promete: segundo o Gartner, US$ 3,7 trilhões serão investidos em TI em todo o mundo ao longo do ano, alta de 4,5% sobre 2017.

Isso será puxado por software corporativos, que terão crescimento de 9,5% este ano e 8,4% em 2019, somando um total de US$ 421 bilhões. E, dentre eles, software de analytics, em especial no formato software as-a-service (SaaS), terão ainda mais vez.

Aliado a isso, crescerão muito as aplicações para dispositivos móveis – em torno de 5,6% a mais do que em 2017.

Mercados aos quais toda empresa que busque competitividade terá de ficar de olho. No software corporativo, quem ainda não aderiu às soluções de BI e BA não tem mais tempo a perder: é correr atrás das análises perdidas, juntar fontes e dados e integrar rapidinho aos sistemas de inteligência de negócios. Do contrário, pode dizer adeus às oportunidades de negócio, que serão cada vez mais galgadas pela concorrência.

Tão apocalíptica quanto verdadeira, esta constatação está pautada unicamente na realidade: o mercado de analytics não para de crescer, e a explicação está no fato de que companhias de todos os setores, todos os portes e todas as regiões do globo estão investindo nestas soluções para analisar dados estrutrados e não estruturados, informações já contidas e projeções de cenários futuros, para ter uma percepção mais precisa de seus nichos de atuação e de seus targets, visando à construção de estratégias que vão além do conceitual.

O mote da vez é: chega de “veja bem” e vamos direto ao “vamos lá”.

Tomar decisões que designem ações voltadas única e exclusivamente ao sucesso de cada pequeno passo do negócio sempre foi fundamental, mas com o crescimento da adoção dos sistemas de BI, BA e big data agora é também possível a players de todos os tipos.

E quando falamos de todos os tipos, estamos falando sério: do varejo ao financeiro, da indústria aos alimentos, do vestuário ao agrícola, da mineração a siderurgia, entre tantos outros segmentos, todos podem se beneficiar dos insights permitidos pelas análises trazidas por estas tecnologias.

2018 é o ano do BI e do BA. Inevitavelmente, será também o ano das empresas que melhor souberem utilizar tais tecnologias a favor de seus negócios.

*Douglas Scheibler é CEO da BIMachine